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| Cercado
de belezas exóticas, a cidade do Guarujá, tem pôr suas maiores belezas,
as 16 praias que cercam a região, fazendo valer o adjetivo de "Pérola
de Atlântico".Fazendo do lugar o paraíso do litoral sul do
estado de São Paulo.Vários fortes e fortalezas foram construídas
para defesa do litoral. |
| Fortaleza
de Santo Amaro da Barra Grande |
Está
localizada na região sudoeste da ilha de Santo Amaro entre as
praias do Góes e Santa Cruz dos Navegantes, às margens do estuário
santista. É um monumento histórico-militar edificado no século
XVI durante o domínio espanhol. (Saiba mais)
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Forte
dos Andradas |
Foi projetado em 1934 pelo Tenente
Coronel de Engenharia João Luís Monteiro de Barros. Criado pelo
Decreto 4228 de 10 de abril de 1942 e inaugurado em 10 de novembro
do mesmo ano, constituindo-se a principal defesa da entrada da
baía de Santos ao sul da Ilha de Santo Amaro. Inicialmente designado
Forte do Monduba, em virtude da denominação da elevação na qual
foi construído. Mais tarde, em 27 de novembro de 1942 recebeu
a denominação de Forte dos Andradas, em homenagem aos irmãos José
Bonifácio, Antônio Carlos e Martim Francisco que tiveram papel
de destaque durante o período imperial.
Dotado de quatro obuseiros de 240 mm e um complexo e eficiente
sistema de tiros, o forte dos Andradas encontra-se a uma altitude
de 300 m do nível do mar, tendo como via de acesso uma estrada
pavimentada perfeitamente conservada. Após percorrer-se uma distância
de 2.000 metros de estrada, depara-se com um túnel cavado no alto
do morro com cerca de 500 mts. de extensão no qual encontram-se
câmaras e elevadores destinados ao transporte da munição para
os obuseiros. Atualmente, as instalações do Forte dos Andradas
são conservadas pela 1ª Brigada de Artilharia Antiaérea no Guarujá
formando um exuberante ponto turístico.
(Saiba
mais) |
Forte
do Itapema |
O
Forte do Itapema é o único monumento histórico de Vicente de Carvalho,
uma das mais antigas edificações do Brasil, construído no século
XVI com a finalidade defender o estuário da Vila de Santos, esta
localizado a poucos metros da estação das barcas de Vicente de
Carvalho. A data da construção do Forte de Itapema ninguém sabe
ao certo. Pesquisadores afirmam que já existia na metade do século
16. Era a terceira muralha fortificada construída na região. O
historiador Costa Silva Sobrinho acrescenta que o nome original
era Fortim do Pinhão de Vera Cruz.
O Forte foi edificado sobre a única rocha do lado
esquerdo do estuário, dentro de extensas área de várzeas, que
hoje é o Distrito de Vicente de Carvalho.
Diz ainda Costa Silva Sobrinho que o primeiro capitão, designado
por D. João V ,teria sido Francisco Nunes Cubas, sobrinho de Brás
Cubas , fundador de Santos.
O
Forte foi levantado em cima das rochas, com blocos grandes de
pedras unidas por óleo de baleia, "à flor d'água, com o intuíto
de defender a margem oriental do estuário; de sua muralha avista-se
toda a Vila de Santos, protegendo-a dos invasores", é o que destaca
documento do século 17, incluindo o Forte como "importante praça
militar" no mapa da Capitania de São Vicente.
Como todos os fortins e fortalezas do Brasil, o Forte do Itapema
também passou por sucessivas épocas de abandono, reconstruções
e reformas.
Em 1670, era seu capitão o paulista ilustre Pedro Taques de Almeida,
que executou sua primeira ampliação. Entre 1735 e 1738, o Forte
foi novamente reconstruído e aparelhado com artilharia de grosso
calibre.
Em 1836, o marechal Daniel Pedro Muller relata que o Forte tinha
uma guarnição e um oficial. Os últimos canhões que se viram sobre
a muralha, assestados em defesa do estuário, datam de 1850.
Em 1883, o Forte sofreu violento incêndio, que o deixou totalmente
desmantelado.
Ainda no século passado, a Intendência Geral da Guerra entregou
o à Delegacia da Receita Federal em Santos. Em 1908, a Receita
Federal mandou construír um posto de fiscalização para a Alfândega,
sobre uma torre dotada de holofotes, para melhor iluminação do
estuário e combate ao contrabando. Essas instalações foram totalmente
destruídas por um incêndio em 1976.
Fonte: A Tribuna/Santos
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| Fortaleza
de São Felipe ou São Luiz-Ermida do Guaibê |
 Localizado
na Ponta da Baleia, no município do Guarujá, no
extremo norte da ilha de Santo Amaro, denominado Rabo do Dragão,
onde primitivamente existia uma paliçada para defesa contra
os ataques indígenas, o Forte pode ser visto seguindo a
estrada Guarujá-Bertioga, a 27 Km do centro da cidade de
Guarujá.
Foi
reconstruído pelo Morgado de Matheus, na segunda metade
do século XVIII. Tinha o objetivo de defender o Canal de
Bertioga, em conjunto com a artilharia do Forte São João.
Pode-se
descrevê-lo como um baluarte de pedra, uma casa fortificada
para abrigar material pirobalístico (pólvora e munição),
voltada para o Canal, na ponta norte da Ilha de Santo Amaro (Guaíbe-Guarujá),
defronte à Bertioga, próximo ao local onde o Capitão
Jorge Ferreira mandou construir, em 1557, o Forte de São
Felipe.
No
ano de 1745, instituiu-se nas proximidades uma das mais importantes
fábricas de óleo de baleia do Brasil, a qual tinha
uma filial na Praia do Góes, do outro lado da Ilha de Santo
Amaro. O óleo era utilizado como impermeabilizante nas
edificações da época, além de servir
para a fabricação de velas, iluminação
pública e calafetação de navios.
Apesar
de construída para fins militares, a bateria de canhões
nunca chegou a ser instalada. Em 1798, passou por uma reforma
geral. Hoje restam apenas as muralhas, tombadas pelo IPHAN desde
1965.
Curiosidades:
o primeiro artilheiro do Forte São Felipe, o famoso alemão
Hans Staden, viveu parte de sua vida aventurosa neste local e
ficou prisioneiro dos Tupinambás durante nove meses, sendo
quase devorado. Conseguiu livrar-se afinal, voltando à
sua terra, na qual escreveu o livro Duas viagens ao Brasil, publicado
em 1557, onde narra suas aventuras. |
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